segunda-feira, 7 de novembro de 2011

"A filosofia implica uma mobilidade livre no pensamento, é um ato criador que dissolve as ideologias." [ Martin Heidegger ]



Caráter é o termo que designa o aspecto da personalidade responsável pela forma habitual e constante de agir peculiar a cada indivíduo; esta qualidade, é inerente somente à uma pessoa, pois é o conjunto dos traços particulares, o modo de ser desta; sua índole, sua natureza e temperamento. O conjunto das qualidades, boas ou más, de um indivíduo lhe determinam a conduta e a concepção moral; seu gênio, humor, temperamento, este, sendo resultado de progressiva adaptação constitucional do sujeito às condições ambientais, familiares, pedagógicas e sociais.





O mau caráter

1. O que é CARÁTER? É o nosso verdadeiro “eu” ou “ego”, que pode se confundir com a nossa personalidade (a nossa maneira social de agir) – dependendo do quão autêntico sejamos. Esse verdadeiro “ego” é o resultado de: educação e disciplina + crenças, princípios e motivações.
2. O nosso Caráter, no sentido radical do termo, geralmente se manifesta em situações de desespero – seja tal desespero “agudo” ou “crônico”.
3. Vamos chamar de “mau caráter” aquilo que a Bíblia chama de “própria cobiça” (Tg 1: 14, 15). É a nossa velha natureza; é o caráter que teríamos se não fôssemos habitados pelo Espírito Santo. É aquilo que a gente vem demonstrando na nossa maneira de agir desde mais tenra idade (Pv 20: 11; Gn 8: 21b).
4. Acontece que, apesar de habitados pelo Espírito, dependendo do espaço que damos para a sua atuação em nossas vidas, acabamos por permitir que esse mau caráter volte e nos desaponte.
5. Vamos, pois, estudar quais são os cinco principais tipos de mau caráter mencionados no livro de Provérbios, para detectarmos em que nível se encontra a transformação do Espírito Santo em nossas vidas.
6. O oposto de tudo o que você lerá abaixo é: SABEDORIA, PRUDÊNCIA, INTELIGÊNCIA, HUMILDADE, ESFORÇO. É LER O LIVRO DE JÓ, PROVÉRBIOS e ECLESIASTES...


I – O INSENSATO

O que não tem senso, com atitudes desnorteadas, parecidas com as de um louco; por isso também é conhecido como “tolo”. Eis as suas características:
1. Não admite seus erros (Pv 17: 10)
2. Não procura sabedoria, e a cada dia muda de opinião (Pv 17: 24)
3. É briguento (Pv 18: 6)
4. É inteiramente irresponsável (Pv 26: 6)
5. Gosta de ser do jeito que é (Pv 26: 11)
6. Não tem coerência em suas indignações (Pv 27: 3; 29: 9)
7. Não reflete antes de emitir suas opiniões; só ensina o que não presta (Pv 15: 2)
8. Expõe a sua tolice (Pv 13: 16)
9. Gosta de ilusões confortáveis, ao invés de mudar de idéia (Pv 14: 8)
10. Perverte os amigos (Pv 13: 20)
11. Despreza a própria mãe, pois não se move pelo amor (Pv 15: 20)
12. Sua disciplina tem que ser forte (Pv 22: 15)

II – O SIMPLES
Ingênuo, que não tem senso de malícia; “bobo”. Características:
1. Cai em terríveis ciladas e tentações, por acreditar em elogios sem discerni-los (Pv 7: 6 – 23, especialmente vs.7, 21, 22)
2. Dá crédito a tudo (Pv 14: 15)
3. Sempre anda na direção do insensato (Pv 14: 18)
4. Não discerne o perigo (Pv 22: 3)
5. Só aprende vendo, passando pelo susto (Pv 19: 25)

III – O PREGUIÇOSO
1. Desespera qualquer patrão (Pv 10: 26)
2. Não começa a fazer nada (Pv 6: 9, 10)
3. Não acaba de fazer nada (Pv 12: 27)
4. Sente-se ameaçado pelo trabalho – qualquer trabalho, não emprego apenas (Pv 22: 13; 19: 24)
5. Preguiçoso e comodista (Pv 26: 14)
6. Acha-se sábio (Pv 26: 16)
7. Tem mania de escolher só o fácil (Pv 20: 4)
8. É sempre inquieto e frustrado (Pv 13: 4; 21: 25)
9. Vive cercado de complicações (Pv 15:19)
10. É desperdiçador (Pv 18: 9)
11. Ficará pobre, em ruínas (Pv 24: 30, 31; 6: 6, 7)

IV – O ESCARNECEDOR
É aquele que zomba sistematicamente, sem respeito humano, a fim de denegrir o seu próximo; geralmente é “porco” na sua maneira de ser. Como ele é?
1. O Senhor o abomina (Pv 3: 34)
2. Debocha da repreensão de quem o corrige (Pv 9: 7a; 15: 12)
3. Conviver com ele é insuportável (Pv 9: 12)
4. Busca sabedoria e não acha (Pv 14: 6)
5. Precisa de disciplina rigorosa (Pv 19: 29a)
6. Quando castigado serve de exemplo para os outros (Pv 21: 11)
7. Debocha dos próprios pais (Pv 13: 1)
8. Trata os outros com indignação, pois é soberbo (Pv 21: 24)
9. Provoca confusão e vergonha (Pv 29: 8)

V – O PERVERSO
É o malvado, cruel, corrupto, ímpio; tem muito do insensato e do escarnecedor, mas nada do simples e do preguiçoso. Como ele é:
1. Fala perversidades – desde malícias até crueldades (Pv 15: 28)
2. Agressivo, cruel, tirano (Pv 10: 6; 12: 10; 28: 15)
3. É amargo, azedo, angustiado (Pv 11: 8)
4. Morrerá da sua própria malícia (Pv 14: 32)
5. É orgulhoso e gosta de ficar “por cima” (Pv 21: 4)
6. Não tem compaixão nem dos que convivem com ele (Pv 21: 10)
7. Rosto endurecido, quando não está debochando (Pv 21: 29)
8. É covarde (Pv 28: 1)
9. Fora da lei – candidato ao poder paralelo (Pv 28: 4)
10. Não se preocupa com os outros (Pv 29: 7)
11. Espalha contendas (Pv 16: 28)
12. Perverte amigos (Pv 12: 26; 25: 26)
13. Sempre humilhado (Pv 14: 19)
14. Acumula riquezas injustamente (Pv 15: 6)
15. Além de comer às custas dos outros, fica insatisfeito com isso... (Pv 13: 25)
16. Seus conselhos são enganosos e violentos (Pv 12: 5, 6)
17. Sua inteligência é sempre perversa, por isso é desprezada (Pv 12: 8)
18. Vinga-se daqueles que o repreende (Pv 9: 7b)
19. Jamais acha o bem (Pv 17: 20)
20. Vive cercado de desgraça (Pv 10: 24; 12: 21)
21. Vive pouco (Pv 10: 27)
22. É corrupto (Pv 11: 18; 17: 23)
23. Atrai a maldição de Deus para si (Pv 3: 33)
24. Sua ruína é grande (Pv 24: 16)
25. Deus o abomina (Pv 3: 32; 15: 8; 21: 27)

RESUMINDO: Compreender o nosso caráter é importante para que possamos compreender a intensidade da obra do Espírito Santo em nós; pois “... sem a transformação interior, o movimento para a glória de Deus nos subjugaria [Ex 20: 18 – 20], e o movimento para o ministério nos destruiria [II Pd 2 todo, etc.].” (Richard J. Foster)



INTELIGÊNCIA

É a habilidade e a velocidade de processar informação. A inteligência permite (embora não haja garantia de que isso ocorra sempre) uma maior compreensão da vida, das experiências e de outras pessoas. Tem a ver com a habilidade de lidar com a complexidade.

DICA: Preste atenção à forma como a pessoa pensa. Observe como ela desenvolve um argumento ou como avalia prós e contras. Observe com que rapidez ela absorve informação nova e como entende e lida com situações complexas. Sua habilidade de gerar múltiplas soluções para um problema é um ótimo sinal. 
MOTIVAÇÃO


Permite que a pessoa atinja qualquer objetivo desejado, mas ela só existe se houver persistência e paixão. Se a pessoa for muito persistente e apaixonada pelo que faz muito provavelmente ela tem um otimismo acima da média. Mais um bom sinal.

DICA: Observe como a pessoa fala sobre os problemas da vida. O que ela diz quando encontra um obstáculo? É um jeito de descobrir se ela acredita na importância do esforço. Se a pessoa reage com raiva e culpa a falta de sorte quando as coisas dão errado, abra o olho. 
SATISFAÇÃO


Muitos psicólogos e filósofos acreditam que a felicidade vem da capacidade de ter um senso de propósito e se sentir útil. Explorar as crenças da pessoa sobre a felicidade ajuda a revelar qual é a chance que ela tem de atingi-la. Se a pessoa relaciona a felicidade apenas ao consumo de bens materiais está fadada ao desapontamento.

DICA: Qual é a capacidade da pessoa de encontrar satisfação? Ela é realista a respeito de suas fraquezas pessoais? Ela age de acordo com suas crenças e valores mesmo em situações em que corre o risco de ser criticada? A tendência de atribuir ao destino tudo o que dá errado distorce a realidade e instala a penúria. Vai sobrar para quem estiver por perto... 
SOCIABILIDADE 

Pode ser entendida como a capacidade de criar reciprocidade. Crianças e adultos buscam nos outros a bondade, a amabilidade e a certeza de que o outro estará disponível para ajudá-lo quando necessário.Ter pelo menos um bom amigo nos ajuda a enfrentar as agruras da vida. Nem toda pessoa tem o mesmo grau de sociabilidade. Algumas ficam muito confortáveis passando tempo sozinhas e frequentemente preferem estar assim. Não há nenhum mal nisso. Uma medida da personalidade é quanta solidão ela deseja. Igualmente importante é observar se ela pode criar vida social no 


INTELIGÊNCIA

É a habilidade e a velocidade de processar informação. A inteligência permite (embora não haja garantia de que isso ocorra sempre) uma maior compreensão da vida, das experiências e de outras pessoas. Tem a ver com a habilidade de lidar com a complexidade.

DICA: Preste atenção à forma como a pessoa pensa. Observe como ela desenvolve um argumento ou como avalia prós e contras. Observe com que rapidez ela absorve informação nova e como entende e lida com situações complexas. Sua habilidade de gerar múltiplas soluções para um problema é um ótimo sinal. 
MOTIVAÇÃO


Permite que a pessoa atinja qualquer objetivo desejado, mas ela só existe se houver persistência e paixão. Se a pessoa for muito persistente e apaixonada pelo que faz muito provavelmente ela tem um otimismo acima da média. Mais um bom sinal.

DICA: Observe como a pessoa fala sobre os problemas da vida. O que ela diz quando encontra um obstáculo? É um jeito de descobrir se ela acredita na importância do esforço. Se a pessoa reage com raiva e culpa a falta de sorte quando as coisas dão errado, abra o olho. 
SATISFAÇÃO


Muitos psicólogos e filósofos acreditam que a felicidade vem da capacidade de ter um senso de propósito e se sentir útil. Explorar as crenças da pessoa sobre a felicidade ajuda a revelar qual é a chance que ela tem de atingi-la. Se a pessoa relaciona a felicidade apenas ao consumo de bens materiais está fadada ao desapontamento.

DICA: Qual é a capacidade da pessoa de encontrar satisfação? Ela é realista a respeito de suas fraquezas pessoais? Ela age de acordo com suas crenças e valores mesmo em situações em que corre o risco de ser criticada? A tendência de atribuir ao destino tudo o que dá errado distorce a realidade e instala a penúria. Vai sobrar para quem estiver por perto... 
SOCIABILIDADE 

Pode ser entendida como a capacidade de criar reciprocidade. Crianças e adultos buscam nos outros a bondade, a amabilidade e a certeza de que o outro estará disponível para ajudá-lo quando necessário.Ter pelo menos um bom amigo nos ajuda a enfrentar as agruras da vida. Nem toda pessoa tem o mesmo grau de sociabilidade. Algumas ficam muito confortáveis passando tempo sozinhas e frequentemente preferem estar assim. Não há nenhum mal nisso. Uma medida da personalidade é quanta solidão ela deseja. Igualmente importante é observar se ela pode criar vida social no momento em que deseja.

DICA: Observe a natureza das amizades de uma pessoa. As amizades são genuínas ou baseadas em interesses? São marcadas pela dominância e pela submissão? Talvez o sinal mais forte de problemas seja a existência de rompimentos. Uma sequência de ex-amizades é sinal de rigidez. Significa que a pessoa é incapaz de tolerar conflitos ou lidar com complexidades. 
INTIMIDADE


A intimidade é uma importante fonte de equilíbrio, a forma mais profunda de conforto. Os psicólogos concordam: a primeira relação é a base de todas as outras. A natureza do vínculo emocional na família estabelece não somente a habilidade de adquirir um senso de conexão, mas o grau de segurança nas relações posteriores.

DICA: Observe a capacidade de alguém de ser tornar íntimo e você saberá se ela consegue confiar em outra pessoa e revelar sua vulnerabilidade. A capacidade de ouvir - às vezes a mais essencial necessidade numa relação íntima, principalmente nos momenos difíceis - é uma qualidade crucial e fácil de perceber. 
BONDADE


A bondade e a maldade vêm de algum lugar. As pessoas seguem modelos que estão ao redor. Alguns aspectos da moralidade são gerados dentro da pessoa e outros fora. A empatia aparece cedo na vida e persiste. Um sinal de moralidade é a boa vontade quando alguém precisa de ajuda.

DICA: Observe se a pessoa consegue controlar suas próprias emoções (especialmente as negativas, como raiva e ansiedade) sem negá-las. Se ela fizer isso, provavelmente será capaz de tolerar os tombos dos outros e ajudá-los.

A reportagem é interessante, mas a vida real é bem mais complexa. Relacionamentos não são guiados por receitas de bolo. Pessoas não podem ser enquadradas em perfis estáticos, embora listas como essa sirvam de guia sobre características importantes a observar. Por conta própria, incluiria outra: o senso de justiça. Se a pessoa se esforça para ser justa, há grande chance de não ser mau caráter. 

E você? Já teve que lidar com um mau caráter que cruzou o seu caminho? Como se saiu? Usa alguma tática para identificar os bons e os maus colegas? Conte pra gente. Queremos ouvir a sua história. 



O Fofoqueiro


O fofoqueiro é aquele cara que sai de um relacionamento e conta para os amigos, todas as intimidades da namorada. Ele só quer se aliviar e se sentir por cima, então sai apontando os piores defeitos e se gabando disso.
O fofoqueiro nada mais é do que um apaixonado que daria tudo para tê-la de volta, porém, nota-se que ele é PÉSSIMO em conquista, e só vai fazer afastar aquela pessoa ainda mais. O pior de tudo? As pessoas irão notar que ele está fazendo isso porque é um mau perdedor, e saberão que ele não é muito de confiança, nem pra amizade, pois o nome já diz, ele é um fofoqueiro.


O intrigueiro


O despeitado é aquela pessoa que sai de uma relação falando tudo e mais um pouco, com a diferença que ele inventa coisas, joga uns contra os outros, mente que já fez tudo o que podia e não podia com a namorada, e ainda diz que foi ele quem deu o pé na bunda. O intrigueiro é o pior tipo, eé o que mais queima sua imagem, porque logo logo as pessoas irão saber se foi verdade ou não, da boca de terceiros, e irão chamá-lo de cobra venenosa. Esse perfil costuma ser muito comum em homens, que costumam dizer que já levaram a mulher pra cama, quando na verdade estavam bem longe disso. O intrigueiro geralmente está ressentido, e pode até no futuro se arrepender do que fez. Tarde demais!

O Barraqueiro

O barraqueiro pode ser do tipo que liga no meio da noite, que faz algazarra na frente da casa da ex, que arranja briga se encontrar a pessoa com outro, enfim, ele não fica só na lábia pra "limpar" sua imagem, ele também não sabe ver as outras pessoas felizes e muito menos é capaz de criar e trabalhar sua própria felicidade. A felicidade dele é feita em cima da felicidade dos outros, o que mostra a falta de caráter da pessoa perante a sociedade. Ele definitivamente não sabe viver em grupos, não serve pra ser uma pessoa social, é um verdadeiro perdedor. Muitas vezes o incômodo é tão grande, que as pessoas precisam chamar a polícia pra conter o barraco ou para se sentir seguras de alguma ameaça. De todos, este é o pior, que você não consegue ignorar simplesmente.

Algumas pessoas conseguem ser tudo isso num só ser. Incrível não? São pessoas imaturas ou sem caráter, às vezes os mais jovens ainda vão aprender com o tempo, e vão querer apagar tudo isso que fizeram de seu passado, sem sucesso. Mesmo se você é uma pessoa estourada, propensa a armar barracos, a achar que gritando pra todo mundo resolveria seus problemas, você só está sendo uma pessoa mimada e precisa crescer. Não importa se você já é bem grandinho ou tem mais de quarenta anos, existem pessoas mais velhas que ainda hoje são imaturas e morrem assim. 
Vantagens de ser Uma Boa Pessoa

A gente só admira alguém com virtudes. Virtude é disposição firme e habitual para o bem, ou seja, pessoas que fazem o bem em sua vida. Ser uma boa pessoa, não é só fazer o bem quando se recebe o mesmo, mas também saber lidar com as situações difíceis mantendo o caráter e equilíbrio. Não se conquista ninguém fazendo coisas ruins, sendo traiçoeiro. Mesmo que não se queira reconquistar quem se perdeu, você estará se queimando e irá se sentir bem pior no futuro. Não crie o hábito de fazer coisas ruins, de atrapalhar a vida alheia, não queira fazer pra ninguém, aquilo que você não quer que façam com você. Tente se colocar no lugar dos outros, e verá como a vida será mais justa pra você.



Ei, você que acabou de perder aquela paquera ou namorada, sente vontade de se vingar porque está com o orgulho
 ferido? Quem sai perdendo é você.

Você terminou uma relação. O motivo já não importa mais, simplesmente acabou.
 O ruim é que muitas vezes nos separamos mas nosso namorado, que parece ter aceito isso quando na verdade
não aceitou.
 Ele não tem coragem pra dizer que ainda gosta de você, ou que não queria que vocês terminassem,
pra ele seria humilhação ou algo do tipo, e nem aceita os motivos pelo qual vocês estão se separando,
embora ele não diga isso claramente. Este post é pra você!
Que ao perder alguém, sai por aí difamando, mentindo, criando intrigas e fazendo fofocas daquela pessoa que
 antes você daria o céu.


Vingança?

A vingança é algo baixo. Quando você deixa de se relacionar com alguém e sente rancor, é normal que queira se
 sentir melhor, muitas vezes pensando que aquele alguém não se importava com você.
 Se vingar é fazer o mal a alguém, e muitas vezes queremos aquela pessoa do nosso lado,
 porém fazemos isso pra chamar a atenção.
 Já ouviram um ditado comum: "Macaco quando não consegue chegar na banana, fala que tá podre".
 É mais ou menos por aí. A melhor forma de falar sobre a vingança é colocando aqui algumas citações famosas.
Elas irão falar muito mais por si do que um texto explicativo e grande:

"O esquecimento mata as injúrias. A vingança multiplica-as."
(Benjamin Franklin)



"Não vingue-se, que da vingança vem o arrependimento." (Confúcio) 


"Para a maioria dos homens, dor significa ódio, e ódio significa vingança."
(Paolo Mantegazza)



"Causar um dano coloca você abaixo do inimigo, vingar-se faz com
que você se iguale a ele, perdoá-lo coloca você acima dele."
 (Benjamin Franklin)


"Não há maior vingança do que o esquecimento." (Baltasar Gracián y Morales)


Resumindo, fazer o mal para alguém só porque você foi trocado, largado, pisado etc, só vai lhe trazer 
consequencias ruins. Fazer o mal a alguém nunca é o caminho certo a se seguir.
 Reconstruir a si próprio, pensar em si, é o primeiro passo.  O que você fez de errado?
 Será que posso fazer melhor da próxima vez?



sexta-feira, 4 de novembro de 2011

""Aquele que luta contra nós fortalece nossos nervos, e aprimora nossas habilidades. Nosso inimigo é nosso auxiliador." [ Robert Burton ]

"Aos homens honestos, aos brasileiros sinceros, aos patriotas de fato é que 
falo, para que analisem tal assunto com frieza."

Padrões de discurso podem denunciar psicopatas
Estudo da Universidade Cornell
02 Novembro 2011



Os psicopatas são conhecidos por serem astutos e manipuladores, mas mesmo assim, podem ser traídos inconscientemente, de acordo com cientistas que têm observado os padrões da fala de assassinos condenados e como estes descreveram os seus crimes.

Cientistas da Universidade Cornell, EUA, entrevistaram 52 presos condenados por homicídio, sendo que 14 deles foram classificados como psicopatas, de acordo com o Psychopathy Checklist-Revised, uma avaliação de 20 itens onde lhes era pedido para descreverem os crimes em pormenor.

Usando programas de computador para analisar o que diziam os criminosos, os investigadores verificaram que aqueles que foram classificados como psicopatas mostraram falta de emoção, falavam em termos de causa e efeito ao descreverem os crimes, e concentraram a sua atenção nas necessidades básicas, como alimentação, bebida e dinheiro. Também usaram frases conjugadas no passado mais do que os outros presos e mais interjeições.

O uso do verbo no passado pode ser um indicador de distanciamento psicológico, sendo que as interjeições são-lhes necessárias dado precisarem de mais tempo para pensar sobre o que estão a dizer, servindo de “uma aparente máscara de sanidade”.

Segundo os cientistas, os psicopatas parecem ver o mundo e os outros instrumentalmente, aponta a equipa.

Tal como era espectável, a linguagem usada pelos psicopatas continha mais palavras como conjunções subordinativas. Estas palavras, incluindo "porque" e "para que" estão associadas a declarações de causa e efeito. "Esse padrão sugere que os psicopatas eram mais propensos a ver o crime como o resultado lógico de um plano (algo que “tinha" de ser feito para alcançar um objectivo) ", escrevem os autores.

Enquanto a maioria de nós responde a necessidades de alto nível, tais como família, religião ou espiritualidade, e auto-estima, os psicopatas permanecem ocupados com as necessidades básicas. A análise revelou que, em comparação com os criminosos sem psicopatia, os psicopatas usavam cerca de duas vezes mais palavras relacionadas com as necessidades fisiológicas e de auto preservação, inclusive comer, beber e recursos monetários.

Este tipo de ferramenta poderá ser muito útil para as investigações policiais, inclusive através da análise de mensagens escritas nos novos meios de comunicação.

ALERT Life Sciences Computing, S.A





Este blog nasceu fazendo crítica e denúncia em 2006, transformado pelo amor de Cristo em 2011.

Mentes perigosas - o psicopata mora ao lado.

Lendo as notícias diárias fico ciente não só das ocorrências do dia mas também do progresso e da degradação da raça humana, e olha aí que vamos de mal a pior. E foi nestas leituras que descobri um livro, penso eu, o melhor do ano. O livro chama-se "Mentes perigosas" - o psicopata mora ao lado, da escritora Ana Beatriz Barbosa Silva. Veja trecho do livro abaixo e explicações sobre este trabalho de psiquiatria que me encantou:




Normalmente a psicopatia é associada a pessoas violentas, com aparência de assassinas e que podem ser facilmente identificadas. Mas, diferentemente do que se costuma acreditar, psicopatas, em sua grande maioria, não são necessariamente assassinos. Em Mentes Perigosas, a médica psiquiatra Ana Beatriz B. Silva alerta para o fato de que os psicopatas podem permanecer por muito tempo ou até uma vida inteira sem serem descobertos. “Eles Transitam tranqüilamente pelas ruas, cruzam nossos caminhos, freqüentam as mesmas festas, dividem o mesmo teto, dormem na mesma cama... Apesar de mais de vinte anos de profissão, ainda fico muito surpresa e sensibilizada com a quantidade de pacientes que me procuram com suas vidas arruinadas, totalmente em frangalhos, alvejadas por esses seres”, diz ela.

Segundo a autora, os psicopatas são 4% da população: 3% são homens e 1% mulher. Ou seja, a cada 25 pessoas, uma é psicopata. E como seus atos criminosos não provêm de mentes adoecidas, mas sim de um raciocínio frio e calculista combinado com uma total incapacidade de tratar as outras pessoas como seres humanos, eles não são considerados loucos, não sofrem de alucinação ou apresentam sofrimento mental. Vivem incógnitos, em todos os setores sociais. São homens, mulheres, de qualquer raça, credo ou nível social. Trabalham, estudam, fazem carreiras, se casam, têm filhos, mas definitivamente não são como a maioria das outras pessoas. Apenas em casos extremos, os psicopatas matam a sangue-frio, com requintes de crueldade, sem medo e sem arrependimento. Em sua grande maioria, eles não são assassinos e vivem como se fossem pessoas comuns. No entanto, são desprovidos de consciência e, portanto, destituídos do senso de responsabilidade ética, que é a base essencial das relações emocionais. “Sei que é difícil de acreditar, mas algumas pessoas nunca experimentaram ou jamais experimentarão a inquietude mental, ou o menor sentimento de culpa ou remorso por desapontar, magoar, enganar ou até mesmo tirar a vida de alguém. Admitir que existem criaturas com essa natureza é quase uma rendição ao fato de que o ‘mal’ habita entre nós, lado a lado, cara a cara”, explica a autora.


Ana Beatriz alerta no livro para o poder destrutivo dos psicopatas, que manipuladores, perversos e desprovidos de culpa, remorso ou arrependimento, são capazes de passar por cima de qualquer pessoa para satisfazer seus próprios interesses: “Eles podem arruinar empresas e famílias, provocar intrigas, destruir sonhos, mas [em sua maioria] não matam. E, exatamente por isso, permanecem por muito tempo ou até uma vida inteira sem serem descobertos ou diagnosticados. Por serem charmosos, eloqüentes, ‘inteligentes’, envolventes e sedutores, não costumam levantar a menor suspeita de quem realmente são. Podemos encontrá-los disfarçados de religiosos, bons políticos, bons amantes, bons amigos. Visam apenas benefício próprio, almejam o poder e o status, engordam ilicitamente suas contas bancárias, são mentirosos contumazes, parasitas, chefes tiranos, pedófilos, líderes natos da maldade”.
Segundo o psiquiatra canadense Robert Hare, uma das maiores autoridades sobre o assunto, os psicopatas têm total ciência dos seus atos - a parte cognitiva ou racional é perfeita -, ou seja, sabem perfeitamente que estão infringindo regras sociais e por que estão fazendo. O déficit deles está no campo dos afetos e das emoções. Assim, para eles, tanto faz ferir, maltratar ou até matar alguém que atravessa o seu caminho ou os seus interesses, mesmo que esse alguém faça parte de seu convívio íntimo. Esses comportamentos desprezíveis são resultados de uma escolha exercida de forma livre e sem qualquer culpa. A mais evidente expressão da psicopatia envolve a flagrante violação criminosa das regras sociais - eles sabem perfeitamente o que estão fazendo. Quanto aos sentimentos, porém, são absolutamente deficitários, pobres, ausentes de afeto e de profundidade emocional: “Assim, concordo plenamente quando alguns autores dizem, de forma metafórica, que os psicopatas entendem a letra de uma canção, mas são incapazes de compreender a melodia”, esclarece a psiquiatra.
Então...vocês já sabem de quem estou falando...
Editado pela Fontamar - Objetiva - tem 224 páginas.