quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

A

The big opening of Saphira&Ventura gallery in São Paulo, Brazil, on January 31st!
The big event happend in the new address in the Sao Paulo -Brazil.
The Saphira & Ventura Gallery (S&V Gallery) and the New York International Contemporary Art Society (NYICAS) are non-profit entities, and were established for the purpose of collecting, preserving and disseminating contemporary art. Specifically, these efforts are employed via participation in internationally recognized exhibitions, fairs and events, as part of a provocative effort to educate artists, while showcasing contemporary artwork with a multicultural perspective.
S&V Gallery showcases a rich, diverse body of works from a talented group of international artists. It exhibits, promotes, provides consultation, and connects artists with a burgeoning community of “marchands d'Art” and collectors.
The Saphira & Ventura Gallery (S&V Gallery) and the New York International Contemporary Art Society (NYICAS) are non-profit entities, and were established for the purpose of collecting, preserving and disseminating contemporary art. Specifically, these efforts are employed via participation in internationally recognized exhibitions, fairs and events, as part of a provocative effort to educate artists, while showcasing contemporary artwork with a multicultural perspective.
SAO PAULO - Avenida Lorena - 1748 - Jardim Paulista - Transamerica Classic Operica. #saphira&venturagallery #worldwildeculture #NYC#COSTACONSULTINGCO #BRAZIL #SULACOSTA













"Alma Brasileira”
Concerto em homenagem a
Villa-Lobos e seus
130 anos de nascimento.


A BRAZILIAN MUSIC FOUNDATION (BMF) APRESENTARÁ SEU PRIMEIRO CONCERTO DE CÂMERA DE MÚSICA CLÁSSICA BRASILEIRA EM NOVA IORQUE NO DIA 5 DE MARÇO DE 2017.


Março é o mês de nascimento de Heitor Villa-Lobos e para comemorar os 130 anos de seu nascimento a BMF reunirá músicos locais os quais apresentarão obras imortais de Villa-Lobos como o Choro n. 1, 5 prelúdios, Quarteto de Cordas n. 5, Bachianas Brasileiras n. 5 com a soprano Angélica De La Riva e quarteto de violão, Melodia Sentimental, Canção do Amor, Alma Brasileira (Choro n. 5) com o pianista Max Barros, e outras peças belíssimas do autor regidas pelo maestro Rafael Piccolotto.

Apoio: Sônia Rubinsky, vencedora do LATIN GRAMMY em 2009 como "Melhor Gravação Clássica do Ano” pela gravação das obras de piano de Villa-Lobos.


Considerado, quando ainda vivo, o maior compositor das Américas, Heitor Villa-Lobos compôs cerca de 2.000 obras e sua importância reside, entre outras coisas, no fato de reformular o conceito brasileiro de nacionalismo musical, tornando-se seu maior entusiasta. Foi também através de Villa-Lobos que a música brasileira passou a ser representada em outros países e se tornou universal. Um autodidata que se nutriu constantemente da obra de J.S. Bach, Villa-Lobos ocupa no contexto da música brasileira uma posição semelhante àquela de Bach na música ocidental: uma fonte de inspiração e referência para várias gerações de compositores.

A proposta da BMF é apresentar uma série de concertos de câmeras sobre as obras de Villa-Lobos, assim como de Carlos Gomes e outros grandes músicos clássicos brasileiros.

O Concerto será realizado no teatro do Baruch College, Engelman Recital Hall, às 19:00 do dia 5 de março, localizado na 55 Lexington Ave. (entrada pela 25th Street entre 3rd & Lexington Ave.), em Manhattan.

Os ingressos estarão disponíveis a partir do dia 10 de fevereiro no site da BMF:  www.bmf-usa.org .

Os preços variam de $ 25 a $ 55 dólares.

Para mais informações envie email para: info@bmf-usa.org.

A renda deste evento será destinada aos programas educativos da BMFSOM (escola de música brasileira em Nova Iorque)

Press: Brazilian Music Foundation
Madalena Sousa/Presidente




"Alma Brasileira”

Concert in honor of Heitor Villa-Lobos
on the 130th anniversary of his birth.



THE BRAZILIAN MUSIC FOUNDATION (BMF) WILL PRESENT THEIR FIRST BRAZILIAN CLASSICAL CHAMBER MUSICCONCERT IN NEW YORK ON MARCH 5, 2017.

March is the month of birth of Heitor Villa-Lobos and to commemorate the 130th anniversary of his birth the BMF will bring together local musicians who will present some of Villa-Lobos' timeless works such as Choro no. 1, 5 preludes, String Quartet no. 5, Bachianas Brasileiras no. 5 with soprano Angelica De La Riva and guitar quartet, Melodia Sentimental, Canção de Amor, Alma Brasileira (Choro No. 5) with the pianist Max Barros, and other beautiful pieces by the composer, conducted by Rafael Piccolotto. The concert has the support of Sônia Rubinsky, winner of the LATIN GRAMMY in 2009 as "Best Classical Record of the Year" for her recording of Villa-Lobos piano works.





















Considered, during his lifetime, the greatest composer of the Americas, Heitor Villa-Lobos composed about 2,000 works and his importance lies, among other things, in having reformulated the Brazilian concept of musical nationalism and becoming his greatest enthusiast. It was also through Villa-Lobos that Brazilian music came to be represented in other countries and became universal. An auto
didact who was constantly nourished by the work of J.S. Bach, Villa-Lobos occupies in the context of Brazilian music a position similar to that of Bach in Western music: a source of inspiration and reference for several generations of composers.

The BMF aims to present a series of chamber concerts with the works of Villa-Lobos, as well as those of Carlos Gomes and other great Brazilian classical composers.

The Concert will be held at Baruch College Theater, Engelman Recital Hall, at 7:00 pm on March 5, located at 55 Lexington Ave. (entrance on 25th Street between 3rd & Lexington Ave.) in Manhattan.

Tickets will be available from February 10 on BMF's website: www.bmf-usa.org. Prices range from $25 to $55 dollars.

For more information email: 

The revenue from this event will be allocated to the educational programs of BMFSOM (Brazilian Music School in New York)

Press: Brazilian Music Foundation
Madalena Sousa/Founder & President







www.convocatoriaradar.es /// LAST 10 DAYS TO APPLY!!!  
8 OPPORTUNITIES FOR A SOLO SHOW IN SPAIN


RADAR is an open call for artists that want to establish collaborations in Spain. A jury composed of 8 galleries interested in new projects to be exhibited will review all the applications. Each of the 8 galleries, located in the most important Spanish cities, will choose one artist to realise a solo event as a prelude to a long-lasting collaboration.  

Each of the 8 galleriesin jury, located in the most important Spanish areas for contemporary art, will choose one artist to realize a solo show. The exhibition can be a prelude to a long-lasting collaboration (many of the artists who won the prize in Italian editions, now work permanently with the galleries that rewarded them). The galleries choose freely and autonomously their own winners and are just required to select artists with whom they had never had previous work relationships. All the exhibitions will open within the 2017-2018 exhibition season.
www.convocatoriaradar.es



Caso não esteja visualizando, acesse o preview aqui.
IstoÉ - “Antes de discutir 2018, precisamos reconstruir o País” / Entrevista / José Serra

O ministro das Relações Exteriores, José Serra, não esconde que deseja disputar as eleições presidenciais em 2018, mas considera que este não é o momento para discutir os critérios que o PSDB deve adotar para a escolha de um nome. Para ele, o “grande desafio agora é ajudar o governo Temer na reconstrução nacional”.  Em entrevista à ISTOÉ, Serra diz que o partido deve deixar a discussão para meados de 2018. Senador licenciado, afirma que apoiou a renovação do mandato do senador Aécio Neves (MG) para o comando de seu partido, mas nega que quisesse “enfraquecer outra candidatura”. Ele não cita o nome do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que se declarou prejudicado pela manutenção de Aécio. Diplomático, destacou que está com Alckmin desde as eleições de 1986.  Como ministro, Serra vai na contramão dos que acham que a eleição de Donald Trump à Presidência dos EUA será catastrófica para o mundo e para o Brasil.

O senhor apoiou a prorrogação do mandato do senador Aécio Neves para que ele continuasse no comando do PSDB. O desfecho contrariou o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. O que pesou na sua decisão?
Não só apoiei como propus publicamente a prorrogação. Minha motivação foi manter a unidade do PSDB, evitando a antecipação de possíveis disputas internas que poderiam ocorrer em 2018. Mais ainda, essa unidade é fundamental para darmos força ao governo Temer, que precisa dar certo, pelo bem do Brasil. Posso garantir que minha intenção não foi, nem é, enfraquecer nenhuma possível candidatura presidencial tucana. Diante das dificuldades econômicas, políticas e até institucionais que o Brasil atravessa, 2018 é longuíssimo prazo. Acredite. Com relação ao Alckmin, lembro que desde a eleição de 1986 até a de 2014 estivemos sempre juntos. Isso vai se repetir em 2018.

Qual será o fator determinante para a escolha do candidato à Presidência em 2018?
O diálogo com o sentimento da população é o principal desafio que temos como partido e como políticos que disputam eleições. O Fernando Henrique tem escrito bem sobre isso. Sem dúvida, quanto maior for a qualidade do nosso trabalho nas prefeituras onde vencemos, e nos governos estaduais que encabeçamos, melhor será esse diálogo. Quanto à escolha de candidato, me parece fora de lugar neste momento discutir critérios. O grande desafio é fazer o país andar. Estamos ainda no começo do começo da reconstrução nacional. Tudo o que precisamos é, em meados de 2018, chegar ao fim do começo. O que importa agora não é o debate sobre critérios de escolha de candidatos, mas sim trabalharmos unidos em função dessa meta. Propus a renovação do mandato de Aécio na presidência do PSDB para manter a unidade do partido

Os empresários e os brasileiros, em geral, têm pressa para que o Brasil comece a se recuperar economicamente. O senhor, que é economista, acha que o ritmo de ações imposto pela equipe econômica está adequado? Colabora, de alguma maneira, com a equipe econômica?
Todos têm pressa, inclusive a equipe econômica do governo. O ritmo de suas ações vai se tornando mais ajustado. Dois exemplos bem recentes: a política de juros e a renegociação da dívida do Rio de Janeiro, que servirá de modelo para os outros. Não costumo dar ideias ou sugestões sobre política econômica, exceto quando se trata de comércio exterior, dentro das atuais atribuições do Itamaraty. Em relação ao presidente Temer, só falo de economia quando ele trata do tema. Atuo, sim, no caso dos projetos de lei que apresentei no Senado, antes de integrar o governo. Por exemplo, o projeto, que virou lei, sobre a abertura do petróleo do pré-sal a investimentos privados.

Quando volta o crescimento econômico?
A economia está parando de piorar, e a tendência é que, entre as pontas (quarto trimestre de 2017 em comparação com o último trimestre de 2016) o PIB cresça cerca de 2%. Há um fator altamente positivo que é a previsão de uma super-safra agrícola. Mesmo na indústria há alguns sinais positivos: a demanda por bens de capital do setor agrícola tem aumentado, e a produção de automóveis se expandido de forma surpreendente. Temos outros fatores favoráveis à retomada, entre eles as melhores expectativas quanto à arrumação fiscal e a possibilidade de redução continuada dos juros, em razão do declínio da inflação esperada. Juros menores beneficiam a atividade produtiva e ajudam a combater o desequilíbrio fiscal. A economia está parando de piorar e a tendência é que o PIB cresça 2%. Há um fator positivo que é a previsão de uma super-safra agrícola

A eleição de Donald Trump como presidente dos EUA gerou uma onda de incerteza e temor no mundo. Como o senhor analisa essa situação do ponto de vista do Brasil?
Na verdade, bem antes da eleição de Trump, o mundo já vivia momentos de crescente apreensão. Apreensão econômica, que nunca nos deixou desde a crise de 2008. Apreensão com o terrorismo que se multiplica, com as tragédias do Iraque, Síria, Afeganistão e o alastramento dos atentados do Estado Islâmico. Sem falar dos dramáticos fluxos migratórios e de refugiados. Um elemento desse caldo de cultura é a tentação dos agentes políticos, de movimentos, partidos e lideranças a transferir para o exterior boa parte das culpas por esses problemas. “Blame shifting”, como se diz em inglês. O Brasil vai na contramão dessa tendência. Estamos voltados para nossos problemas, nossos erros, na busca de soluções dentro de casa. Não estamos culpando ninguém de fora. Ao contrário, vivemos um momento de autodepuração, de reformas, embora haja, também, uma grande dose de autoflagelação.

Mas com Trump nos Estados Unidos, não vai ficar tudo pior, inclusive para o Brasil?
Não estamos no radar polêmico-ideológico deles, incluindo a campanha de Trump. Nem eles no nosso. É óbvio que cada um tem seu interesse, há posições diferentes em muitas coisas. Isso é normal e saudável. Mas leve em conta que o volume de comércio do Brasil com os EUA é muitíssimo menor, em termos relativos, do que o do México ou do Chile, por exemplo. Como proporção do nosso PIB, o comércio Brasil-EUA equivale a menos de 3%; no caso do Chile essa proporção é superior a 8%, do México, mais de 43%. Além disso, não há fronteiras terrestres entre os dois países. E os EUA têm tido superávit e não déficit no comércio com o Brasil. Falando em linguagem não diplomática, não terão interesse econômico de criar ruído conosco, nem vice-versa. A ideia do governo Temer é propor uma agenda de negociações com os EUA em torno a possibilidades que se acumulam há muito tempo. Vamos praticar um ativismo diplomático pragmático. Escolher um grupo de questões entre dezenas que ficaram pendentes e propor negociações que possam avançar, se houver concessões recíprocas.

Quais grupos de questões, por exemplo?
Facilitar vistos, reciprocidade, ampliar a cooperação na indústria da Defesa e retomar a ideia de um programa binacional em relação à base de Alcântara, no Maranhão, que oferece condições privilegiadas para o lançamento de satélites. Nessa base, será possível economizar uns 30% do custo dos lançamentos, que hoje têm um papel comercial crescente no mundo. Há ainda progressos a serem feitos na área de bitributação, de energia, de facilitação e regulação do comércio, aliviando barreiras não tarifárias.

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, vem ao Brasil conversar com o presidente Temer e devem falar sobre Mercosul. O senhor é um crítico do bloco. Acha que ele deveria ser extinto ou modificado?
O Mercosul já tem um quarto de século de existência. Foi organizado com a previsão de implantar o livre-comércio entre os países membros e, ao mesmo tempo, uma política comercial comum em relação ao resto do mundo. Ou seja, seria não apenas uma zona de livre comércio, mas também uma união alfandegária. Nas discussões que acompanharam sua criação, durante os governos Collor e Itamar Franco, eu defendi que começasse como zona de livre comércio e que somente depois de que ela fosse consolidada se partiria para a união alfandegária. Eu era deputado e líder do PSDB na Câmara. Mas o caminho foi outro e tornou-se irreversível. De todo modo, o bloco promoveu avanços importantes. O comércio entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai aumentou rapidamente. No decênio anterior ao Mercosul, de 1981 a 1991, as exportações brasileiras para Argentina, Uruguai e Paraguai aumentaram 30%. Nos decênios seguintes, já com o Mercosul, triplicaram (1991 a 2001) e depois quadruplicaram (2001 a 2011), tornando-se 12 vezes maior em apenas duas décadas. Nos últimos anos o comércio intra-Mercosul esmoreceu em razão da desaceleração ou queda do PIB no Brasil e na Argentina. O bloco não deve ser extinto, mas, ao contrário, dinamizado. É preciso eliminar barreiras que ainda limitam o livre comércio entre os quatro países e promover a homogeneização dos critérios sanitários e técnicos aplicados às importações. A visita de Macri será fundamental, pois ele presidirá o Mercosul durante o primeiro semestre deste ano. Em seguida, caberá ao Temer essa função.

O senhor vai defender que México e Chile integrem o Mercosul?
Já temos um acordo de livre comércio entre o Mercosul e o Chile, e estamos ampliando o acordo de preferências comerciais entre o Brasil e o México. Estive no México em julho passado, e uma das prioridades levadas a meus colegas mexicanos foi justamente a necessidade de avançarmos na negociação de liberalização do comércio entre nossos países, que são as duas maiores economias da América Latina.

O Paraguai tem apresentado incentivos fiscais a empresas brasileiras que estão saindo daqui para se instalar no país vizinho. Em três anos, houve a migração de 78 indústrias, com 11 mil empregos. O governo pode fazer algo para frear esta debandada?
Vamos com calma. O Paraguai tem atraído investimentos privados brasileiros graças principalmente aos seus baixos custos trabalhistas e de energia elétrica. O que precisamos fazer é diminuir nossos custos de produção. E não existe essa debandada. Menos de 0,5 por cento dos investimentos brasileiros no exterior estão no Paraguai. Além disso, é bom para o Brasil fazer investimentos fora. Isso pode incentivar nossas exportações, pois as filiais brasileiras tenderão a importar insumos do Brasil.
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  •  27 Feb-01 Mar 2017 ( remind me )
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