quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Não sou otimista babaca, mas otimista ativo.


Find out how you can help refugees around the world at AidRefugees.gov.

The White House, Washington
Earlier this year, a Syrian father of eight received a text message.
It informed him that the stipend he had been receiving each month to buy food for his family was being cut from $19 to $13.50 per person. This was half of what he had been receiving the year before -- when his family first reached Lebanon from the war-torn Syrian city of Raqqa -- and would not be enough to feed his kids.
With that amount, he told a reporter, "You can't even get bread."
Across the region, refugees fleeing the brutality of the Assad regime and ISIL have received similar news of declining support. Just this month, 229,000 Syrian refugees in Jordan learned they would no longer receive any food assistance.
Nearly 12 million Syrians have been forced from their homes by Syria's devastating conflict, four million of whom have fled their country. Syrians given refuge in neighboring countries are safe from the barrel bombings, chemical attacks, and deadly sieges they faced at home. But with few opportunities to work, most must rely on the international community to meet their most basic needs: a roof over their heads, food on their table, a classroom for their children.
This morning, President Obama spoke to the United Nations about American leadership. As the President said, America is the strongest nation in the world, and one of the ways we have always demonstrated that strength is through our compassion for people who are less fortunate.
Syria is no exception. Our government leads the world in contributions to the Syrian crisis, having given $4.5 billion to assist those in need. We have also significantly increased the number of refugees we will admit to the United States, including Syrians. And we continue to work tirelessly towards the political solution that will bring the bloodshed to an end and allow displaced Syrians to return home, as so many wish to do.
But the profound challenges faced by these families cannot be tackled by governments alone. Americans understand this, and many are asking what they can do.
Thank you,
Samantha Power
U.S. Ambassador to the United Nations
Visit WhiteHouse.gov

ext 12 Months
October 1, 2015
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and

Opportunities and Challenges in Latin America: A Business Lawyer’s Look Into the Next 12 Months
Thursday, October 1, 2015
5:00 p.m. Registration5:30 p.m. – 6:30 p.m. EDT
Reception to follow program.

Hunton & Williams LLP
1111 Brickell Avenue, Suite 2500
Miami, FL 33131
We are offering a simulcast of this program in our New York office. Please respond tommartinezreyes@hunton.com
 to attend in New York.
RSVP

Feel free to forward this invitation to colleagues and friends whom you feel would be interested in the event.

Always a dynamic region, the legal and business environment in Latin America has been changing
rapidly over the past year. Markets that were hot have cooled and smaller markets are
emerging with surprising strength. Change brings opportunity. The focus of this program is to
highlight opportunities that exist today, and possibilities that may develop over the next 12 months
as a result of changes in the legal framework for business.

Speakers:
Marlon FetznerDirector of Legal and Corporate Affairs, LatAm New Markets, Microsoft
  Andrés Cedrón Senior Legal Counsel & Senior Director, Compliance – Latin America, Stryker
Ines BahachilleLegal Counsel Westlac, Diageo 
Gustavo I. LopezVice President, Head of Distribution – Latin America, AMC Networks International 
Moderator:Fernando C. AlonsoPartner, Chairman of the Latin American Practice GroupHunton & Williams 
Introductions:Barrett Avigdor Managing Director - Latin America, Major, Lindsey & Africa
Complimentary program and reception. Space is limited.





STAY CONNECTED:
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domingo, 27 de setembro de 2015

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Leia meu artigo publicado hoje no Jornal O Estado de S. Paulo, 24 de setembro de 2015

AFASTA DE TI ESSE CÁLICE  (Leia no site)   Por José Serra.
 
Em 2010 foi aprovada Lei do Pré-Sal, ardorosamente defendida pela então ministra e candidata Dilma Roussef. A nova legislação obrigou a Petrobras a ser operadora única do pré-sal e bancar pelo menos 30% dos investimentos de cada um dos campos a serem licitados, sem exceção. Como a empresa foi asfixiada durante a era petista – sua dívida atinge hoje R$ 500 bilhões! – ela não terá tão cedo condições de desempenhar esse papel. O país seguiria perdendo investimentos, produção, receitas de bônus de assinatura, royalties e deixando de gerar empregos.
Por isso mesmo apresentei logo no início de meu mandato no Senado um projeto de lei (PLS 131) para liberar a Petrobrás dessa obrigação que atrapalha sua recuperação e prejudica a retomada do crescimento do País. Se aprovado o PL, a produção do pré-sal poderá ser ampliada por investidores privados, dentro das regras vigentes. A Petrobrás manteria direito de preferência nos casos em que, eventualmente, manifestasse interesse. O PL substitui o ônus da obrigação pelo bônus da escolha.
Por incrível que pareça, nossa proposta despertou reações ruidosas nas franjas jurássicas da esquerda. Apesar de desafinada, ela parece ter conquistado o maior poeta de nossa música, Chico Buarque. Quando ele foi jogar futebol com o pessoal do MST, recebeu informação do comissário Stedile, portador da espontaneidade dos apparatchik, sobre o projeto no Senado “que quer privatizar a Petrobras e com isso [nos fazer] perder os royalties para a saúde e a educação”. Ao que Chico teria proclamado: “o petróleo é nosso”!
Sim, “o petróleo é nosso” – a boa insígnia do passado aviltada como grito de guerra dessa mescla de partido e sindicatos que vem arruinando a empresa. Sim, o petróleo deve voltar a ser nosso e a Petrobras deve deixar de ser a PTbrás.
A seguir, quatro verdades sobre o PLS 131 que a esquerda patrimonialista tenta esconder.
1. O projeto não mexe no regime de partilha
O Brasil tem hoje três regimes de exploração do petróleo: a concessão, nas áreas licitadas no pós-sal e em terra antes de 2010; a partilha, para as áreas do pré-sal licitadas a partir de 2010 (o único campo já licitado foi o de Libra em 2013, que só deverá entrar em produção em 2020); e a cessão onerosa, que decorreu da capitalização da Petrobras pelo Tesouro em 2010, quando a empresa adquiriu o direito de explorar 5 bilhões de barris.
Pois bem, o PLS 131 não mexe em nada disso. Os três regimes serão mantidos e continuarão coexistindo.
2. O projeto deixa 100% do controle do pré-sal nas mãos do poder público brasileiro
Dizer que as empresas estrangeiras vão tomar o pré-sal é o tutu-marambá que os marmanjos jurássicos usam para criar sobressalto no coração das gentes. Mas no regime de partilha e no de concessões já é autorizada a participação dessas empresas. Tal diretriz corresponde exatamente ao fim do monopólio de exploração pela Petrobras, promovido em 1997, cujos benefícios ao país foram imensos. De 1997 a 2010, a produção da Petrobras cresceu 2,5 vezes, de 800 mil para 2 milhões de barris/dia!
Mais ainda, os adversários do projeto escondem que a Lei da Partilha dá ao chefe do Executivo a prerrogativa de conceder à Petrobrás – sem licitação e por decreto – a exploração de qualquer campo, se for do interesse nacional. Reafirmo: se for descoberto um novo Kuwait no pré-sal, sua exploração poderá ser concedida diretamente à Petrobras.
Tampouco dizem que uma empresa estatal, a Pré-Sal Petróleo S/A, estará presente nos consórcios que venham a explorar os campos licitados. Ela controla os aspectos relevantes da produção. E, se isso for pouco, a ANP – Agência Nacional do Petróleo – continua com todos os seus vastos poderes.
3. O projeto permite o aumento da receita de royalties para a educação e a saúde
O Ministro da Educação disse que nosso projeto reduziria o repasse de recursos para o setor! É uma filosofia barata auxiliando o poeta a ser indiferente aos fatos. Como na letra de Noel Rosa, já cantada por Chico, o ministro finge ser rico de royalties para ninguém dele zombar, mas não tem dinheiro nem para pagar as contas do Prouni. É mentira que a educação e a saúde perderiam dinheiro com a aprovação do PLS 131. Ao contrário, se este virar lei, ampliará os royalties e participações destinadas aos dois setores, pois vai aumentar a produção.
Aliás, sobre o tema royalties/educação, vale lembrar que, neste ano, o orçamento federal autorizado para a educação é de R$ 112,7 bilhões, dos quais apenas R$ 1,2 bilhão foram executados até o momento com recursos de royalties. Um desmentido ao oba-oba petista sobre suas proezas na área.
Segundo a recente revisão do plano de negócios da Petrobrás para 2015-2019, feita pela nova diretoria nomeada pela presidente Dilma, a empresa deixará de produzir 1,4 milhão de barris/dia em relação à meta do plano anterior. Se o PLS 131 ensejar a recuperação dessa produção, vai gerar receitas para a educação da ordem de R$ 20 bilhões anuais.
4. O projeto não altera o potencial de receita do pré-sal.
Os intelectuais do MST afirmam o contrário, lembrando o “tudo que o malandro pronuncia e o otário silencia”, da Festa Imodesta de Caetano Veloso que Chico costumava cantar. Dizem que o custo da Petrobras no pré-sal é de US$ 9 por barril de óleo equivalente (boe), e que o custo de outras petroleiras seria muito maior. Nove dólares? Isso é falso. Pelos dados da ANP, o custo no campo de Lula está em US$ 15,7 por boe. No campo de Sapinhoá, o custo médio é de US$ 14,0 por boe.
Toda a política de exploração do pré-sal chegou a um impasse manicomial devido à disputa sobre quem iria usufruir dos seus benefícios, sem nunca decidir sobre como fazê-los acontecer. Essa síndrome se repetiu em todos os investimentos da era petista – infraestrutura, mobilidade urbana, energia, etc. Quem pagou o pato foi a economia; e quem sofre as consequências é a sociedade, hoje assombrada pelo desemprego, a queda de renda das famílias e o pessimismo quanto ao futuro do país.
Pior: continuam oferecendo essa receita para o Brasil. Que a sociedade afaste de si esse cálice.
SENADOR DA REPÚBLICA, EX-PREFEITO E EX-GOVERNADOR DE SÃO PAULO

Acompanhe novos artigos no meu site: http://www.joseserra.com.br






Vive la France, I love NY

Art Exhibition 

                                                                                                    ART/ MUSIC/POETRY
 

        
Saphira & Ventura Gallery in partnership with Artitude Galerie are honored to invite you and guest for the Reception of Vive La France, I Love NY  Art Exhibition.

Artists: 
Laurence Bourdon, Aperato, Astrid Gollety, Didier Avril, Christophe Farget, Dominique Azambre, Anne Broitman, Calo, Régine Caudwell, Marie Chardiny, Laure Charvet, Pascal Coignard, B Dalil, Cate Lis, Christine Dumas De Rauly, Annie Galipot, Sylvie Gesbert de Linea, Aurélien Hild, Marianne de Nayer, Stella Kaloudis, Jacques Ligoureaud, Nicodi, Heidi Fosli, Keinaz, Philippe Pagani, Vera Steel, Anypol, Mary Chaplin, Michaile, Collete Gimie Collin, Keinaz, Muriel D’Arexy, Nicole Decote, Beatrice Gaucher, Eliane Hurtado, Hon G. Falola, Mariza Jonath, Sylvie Julkowsky, André Dureux, Anouk Dessane, Marie-Ange Lewandowski, Marie Josephe Zama, Reimut Rudiger Voigt, Re Marco, Kae Seak, A Nana, Paula, Jean Pierre Querin, Mercedes Soret, Pascal Stutz, Wablex, Gregoire de Mont-Marin, Fabienko, Sofia-Christina Lanteric, Carole Le Pers, Mabris, Nam Tran, Jotape, Marcos Amaro, Fátima Campos, Ricardo Raposo, Isabela Couto, Marita Wolff, Stalleikem, Doris Geraldi, Acacio Pereira, Pietrina Checacci, Gregory Fink, Beatriz Deruiz, Julia Equi, Vera Hermano, Berenice Valverde and Judite Pimentel.

Curated by Alcinda Saphira and Jean Pierre Lorriaux.

Saturday, September 26th
FRENCH / BRAZIL/ USA RECEPTION 
Soirée From 3 - 7 PM
LIVE ART by RENE NASCIMENTO
MUSIC by Alexandre Cavalcante
PERFORMANCE by GISELE RIBEIRO
SAPHIRA & VENTURA GALLERY: 4W 43 Street Ground Floor and Suite 415- NY -NY 10036
Between 5º & 6º avenues
Supported by NYICAS, ARTITUDE GALERIE, SAPHIRA & VENTURA Gallery, Brasileirinho NewsPaper
R.S.V.P by September 26th

saphirastudio@gmail.com