domingo, 23 de fevereiro de 2014

“Fazer a vontade de Deus é sempre o melhor caminho, afinal nós somos criaturas e Ele o Criador, isto é, Ele sabe o que está nos falando”




A few weeks ago, I shared with you that President Obama would declare 2014 a year of action, acting where he can to build an economy that ensures opportunity for all Americans. And he's already taken steps to achieve that goal in the areas of education and skills, job creation, energy, and raising the minimum wage.
I wanted you to be the first to know about new actions the President will take this week to keep that progress going.
This week, the President will announce new action on manufacturing, infrastructure, and transportation jobs, and a new initiative to ensure everyone who is willing to work hard has a shot at success.
On Monday, President Obama will meet with governors from across the country.On Tuesday, he'll announce the winners of two manufacturing institutes.On Wednesday, he'll launch a new competition encouraging new investments to restore our crumbling infrastructure.On Thursday, he'll unveil a new initiative with the private sector to make sure every young man of color who is willing to work hard and lift himself up has an opportunity to succeed.Here's where the President has already made progress in 2014 to make sure we keep moving forward.
The White HouseMonday, February 24, 2014
An adorable "focus group"
Let's Move! -- First Lady Michelle Obama's initiative to end childhood obesity within a generation -- just turned 4.
We're celebrating all week, and we want you to join us.
The First Lady wants you to share how you're moving by using the hashtag#LetsMove on social media to share a photo of your favorite activity or healthy snack. If enough people get involved, President Obama and Vice President Biden will share how they get moving, too.
To kick off this anniversary week, First Lady Michelle Obama and comedian Will Ferrell held a "focus group" with young kids to talk about how they eat healthy and get active.
Frankly, it was adorable. And there's more great stuff coming all this week.
Watch: First Lady Michelle Obama and Will Ferrell

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O Estado de São Paulo, 27/02/2014
Estados Unidos do Atraso Sul-Americano
José Serra

Quando o governo Dilma endossou uma nota detestável que o Mercosul emitiu sobre a crise política na Venezuela, que exerce sua presidência rotativa, o atraso político chegava, finalmente, à altura do obstáculo que o bloco econômico tem representado para o Brasil. Explicarei o que quero dizer.

Ao lado das diferenças, durante seus mandatos presidenciais, o coronel Hugo Chávez e Lula tiveram ao menos três coisas em comum. Em primeiro lugar, desfrutaram a mais espetacular fase de bonança externa de que se tem memória, traduzida em juros internacionais no chão e preços de exportações primárias nas nuvens - petróleo, de um lado, produtos agrominerais, do outro. Em segundo lugar, enfraqueceram suas economias, desindustrializando-as e tornando-as muito mais dependentes do exterior em matéria de consumo e bens de investimentos - justo eles, que se diziam de esquerda e, com diferença de graus, anti-imperialistas... Em terceiro lugar, deixaram heranças econômicas amargas para seus sucessores, que se revelaram, infelizmente, plenamente despreparados para governar de verdade, isto é, entender a situação, antecipar-se aos acontecimentos, formular e implantar estratégias de recuperação, saber comunicar-se e amenizar as expectativas pessimistas sobre o futuro de suas economias e de seus países.

Tudo em termos relativos, é óbvio. Na Venezuela, em face do maior subdesenvolvimento e do componente ditatorial do regime chavista, a crise tem sido infinitamente pior. A economia e o abastecimento derreteram. A inflação avizinha-se dos 60% ao ano - é a maior do mundo. Há forte escassez de alimentos. O preço do dólar paralelo é oito vezes maior que o oficial. A falta de divisas paralisa as atividades que utilizam insumos importados e provoca desabastecimento de 50% dos medicamentos. Por isso tudo, os antagonismos tornaram-se muitíssimo mais exacerbados. Há motivos de sobra para as pessoas irem às ruas reclamar.

O governo venezuelano já tinha suprimido na prática a liberdade de imprensa e fechado os caminhos da oposição e agora reinaugurou no continente a era das prisões políticas e do assassinato de opositores anônimos, com suas forças paramilitares. Uma espécie de SA nazista à moda venezuelana. O desenlace poderá ser trágico, mesmo que o presidente Nicolás Maduro continue sob a proteção da alma dickenseniana de Chávez, com quem ele assegura conversar regularmente.

O PT tem afinidade eletiva com o chavismo e a reação do governo brasileiro ante a repressão aos manifestantes de oposição na Venezuela trouxe a política externa do Brasil ao seu nível mais baixo desde 1965, quando o general-presidente Castelo Branco, na postura de ajudante de ordens do presidente Lyndon Johnson, mandou tropas para auxiliarem os EUA na invasão da República Dominicana. Nessa época eu vivia no exílio e convivia com estudantes de vários países da América Latina - os leitores não calculam a vergonha que dava ser brasileiro naquele momento da invasão. No episódio venezuelano não estão envolvidas tropas, mas houve um sopro de maior covardia: foi disfarçado de membro do Mercosul que o Brasil subscreveu o manifesto que culpou as vítimas pelos massacres e pela instabilidade do governo de Maduro.

Quando foi deposto o presidente Fernando Lugo, dentro das regras constitucionais, o petismo e o kirchnerismo resolveram suspender o Paraguai do Mercosul, invocando a cláusula democrática, que virou piada. Aproveitaram para aprovar o ingresso da Venezuela no bloco, ao qual os paraguaios se opunham, com poder de veto.

A estupidez política, finalmente, se casava com a estupidez econômica. O pior do Mercosul não veio do atual governo brasileiro nem dos Kirchners ou de Maduro. Nasceu nos governos Collor e Menem, no início dos anos 90, quando previram um acordo que criaria, além de uma zona de livre-comércio entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai - o que era correto -, também uma união alfandegária em quatro anos, o que Europa demorou 40 para fazer. Ou seja, se o Brasil quiser fazer um acordo com algum país para ampliar seu comércio, os demais membros do Mercosul têm o direito de obstruir ou vetar caso não se sintam bem atendidos.

Isso é o que está acontecendo, por exemplo, com a tentativa brasileira de negociar com a União Europeia (UE), que já dura mais de dez anos. Os argentinos têm retardado a negociação, e podem fazê-lo, embora de forma humilhante para nós: em reunião preparatória já exigiram até que o Brasil se retratasse das declarações da nossa embaixadora junto à UE, que havia atribuído a eles o notório atraso na apresentação da proposta conjunta.

A solução mais fácil, porém, não é ficar brigando com a Argentina, mas acabar com a união alfandegária de vez, deixando ao Mercosul a tarefa já hercúlea da zona de livre-comércio, hoje tão incompleta. Só que isso vai contra um dogma do atual governo brasileiro: transformar facilidades em dificuldades.

O colapso da política externa brasileira é apenas um detalhe da perda de rumo de um partido e de um projeto de governo que fracassaram. Sua agenda evaporou-se e, agora, os petistas estão à cata de outra qualquer que lhes permita montar, para usar o termo da moda, uma narrativa eficaz para a campanha eleitoral. Com a agravante de que aquela cascata da suposta "herança maldita recebida do neoliberalismo" já não cola. Não é mais possível demonizar as privatizações, agora que o PT se ajoelha no seu altar, orando pelo advento da grande panaceia para tudo.

O governo atual conseguiu a façanha de combinar a estagflação com expectativas péssimas sobre o futuro da economia, piores até do que os principais indicadores justificariam. O grande pesadelo dos agentes econômicos hoje não são o baixo crescimento, os juros siderais (de novo, os maiores do mundo) ou o déficit externo, o terceiro mais alto do planeta em volume e o segundo como porcentagem do PIB. O que os assusta de verdade é a possibilidade de que esse governo se prolongue por mais quatro anos. Haja aflição!

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How to Enter the Brazilian Market
Tuesday, March 18, 2014
8:00 A.M. - 10:00 A.M.
Host
1540 Broadway
New York, NY 10036
Moderator:
Alex IbrahimVice President & Regional Head of Latin America, Bermuda, and the CaribbeanNYSE Euronext  
Speakers:
Mauricio ConsuloDirector- Latin America Business DevelopmentClever Devices
Helena WongPresidentTop Trend International
Additional Speakers will Include:
Head of TradeHSBC
Trade SpecialistDuaneMorris LLP

 
Hello, everyone --
Several weeks ago, I met Semethia and Anna.
Semethia's a 36-year-old single mom. Her son hopes to go to college one day. Her daughter wants to take gymnastics lessons. But with a service job that pays just $8.25 an hour, Semethia relies on food stamps and help from friends and family just to keep food on the table -- much less build the future she'd like for her kids.
Anna works as a tip server at two local D.C. restaurants. She doesn't yet have to support a family, but she still struggles to make ends meet when she's relying on tips to get by -- and she sees the tough decisions her colleagues make every day. One of her coworkers recently missed her son's birthday party in order to cover a shift -- that's how badly she needed the money to support her family.
You see, when we talk about the kind of folks whose lives will be made better by raising the minimum wage, we're not talking about a couple teenagers earning extra spending money to supplement their allowance. We're talking about providers and breadwinners. Working Americans with bills to pay and mouths to feed.
And right now, millions of them are trying to do that on just $7.25 an hour.
The President said this in his State of the Union, and we can't lose track of it: Here in America, no one working full-time should have to raise a family in poverty.
Think about that for a second: Right now, around the country, there are parents who, despite working full-time jobs, are living below the poverty line. We're better than that.
It's time to raise the wage -- click if you agree.
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