quarta-feira, 13 de junho de 2012

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Energia sustentável, produção e consumo consciente são destaques na Rio+20
13/Junho/2012 - Energia sustentável, produção e consumo consciente são destaques na Rio+20;Representantes de governos e da sociedade civil de vários países começam a discutir nesta quarta-feira,13, os caminhos que devem ser adotados para atender à população crescente no mundo, sem que a produção de mais alimentos e a demanda maior por água e energia, por exemplo, signifiquem mais prejuízos ao meio ambiente, principal fonte geradora desses recursos.

Durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, chefes de Estado e de Governo, representantes do setor privado e de organizações sociais vão tentar solucionar questões sobre como produzir mais, usando mais energias renováveis, menos recursos naturais e gerando menos resíduos. Essa é uma das metas que o governo brasileiro espera ver formalizadas pelos mais de 120 países que confirmaram presença na conferência.


Existem outras estratégias defendidas pelo Brasil, como a de um consumo sustentável que alerta as populações para o seu dever na construção desse modelo de desenvolvimento mais consciente. A intenção é mostrar que não são apenas os governos e as empresas que têm responsabilidade sobre a crise ambiental.
O governo brasileiro quer mostrar que tecnologias como a fixação de nitrogênio - já desenvolvidas por instituições como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) - podem ser associadas ao reflorestamento de algumas áreas nas propriedades rurais e à proteção de recursos hídricos, o que resultaria em melhores condições nas propriedades, que permitem que a própria natureza continue oferecendo condições para os bons resultados agrícolas.
Energia sustentável
O comprometimento dos governos e da sociedade com a eficiência energética e os investimentos em energia sustentável estão entre os resultados mais esperados da Rio+20.
A adoção desse modelo de desenvolvimento sustentável foi sinalizada na Rio92. Porém, 20 anos depois, números divulgados pela Organização das Nações Unidas (ONU) mostram que uma em cada cinco pessoas no planeta ainda não tem acesso à eletricidade - o que representa 1,3 bilhão de pessoas.
Projeções do Departamento de Informações da organização apontam que se o investimento global em infraestrutura energética aumentar 3%, é possível garantir que todos tenham acesso à energia. Em 2011, os investimentos nesse tipo de energia, desconsiderando os gastos em pesquisa e desenvolvimento, foram 600% maiores do que em 2004.
Especialistas garantem que a energia limpa, como a gerada por usinas solares, é acessível, barata e mais eficiente.
Respeito ao meio-ambiente
A presidenta Dilma Rousseff (PT) afirmou nesta quarta-feira,13, durante cerimônia de abertura do Pavilhão Brasil na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que o respeito ao meio ambiente não pode ocorrer somente em fases de crescimento econômico, mas também em momentos de crise como a que parte do mundo sofre atualmente.
“Nós não consideramos que o respeito ao meio ambiente só se dá em fases de expansão do ciclo econômico. Pelo contrário, nós consideramos que um posicionamento pró crescer, incluir, preservar e conservar é parte intrínseca de uma concepção de desenvolvimento e, sobretudo, diante das crises é necessário que tenhamos a consciência que não tem desenvolvimento possível feito na base de ajustes que só prejudicam pessoas, de ajustes que só prejudicam a preservação do meio ambiente ou da biodiversidade.”

(Portal Brasil e Blog do Planalto; edição: Assessoria de Comunicação)








For many of us, buying a home is about more than a roof over our heads. It's the place where we'll watch our kids grow up and an investment that will guarantee our long term financial security. There's a reason that a home is an essential part of the American dream.
But right now, owning a home is a source of anxiety for millions of Americans. Last week, we heard from thousands of homeowners who are paying their bills on time but struggling and could benefit from being able to refinance their homes at historically low rates. Unfortunately, too many families who work hard and play by the rules just can't seem to catch a break. Here's what one homeowner in Mission Viejo, California told us:

Listen, people like me aren't looking for a handout. I've got decent credit and if weren't for the value of my home being significantly less than I owe, I would refinance now. If I could refinance at the historically low rates, I could do two things 1) pay off some other debt and 2) buy things I and my family need.
President Obama has proposed a plan that will cut through the red tape keeping millions of responsible homeowners from mortgage relief. It will save these folks hundreds of dollars a month -- and it's starting to get some momentum in Congress.
If we make this happen, it's the kind of change that can have an outsized impact on the entire country. With a little extra money each month, our friends and our neighbors will be able to do more for their families. That means stronger communities and a stronger national economy.
Here's what another homeowner in Virginia told us about how this would impact not just their homes, but the entire country:

Any way that you can help the middle income people will go a long way with helping the economy. Home ownership is one of the biggest expenses people have and anything to help them reduce their payments would help immensely. The only thing is cut the red tape ...
So even if you don't own a mortgage or don't need to refinance, it's important to add your voice.
We need to show that this is the kind big, national priority that transcends petty partisanship. Republicans and Democrats alike own houses, and they call each other neighbors. It will mean good things for all of us if every responsible homeowner can get some relief.
So speak out beside President Obama. Tell us why you support refinancing, and we'll make sure your story resonates here in Washington and around the country.




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CHARGE DA SEMANA
PALAVRA DO PRESIDENTE
Presidente Sérgio Guerra
O governador de Goiás, Marconi Perillo, conseguiu esta semana deixar ainda mais claro o verdadeiro objetivo do PT e de seus aliados na CPI do Cachoeira: desviar o foco do julgamento do mensalão. A estratégia petista, porém, não está dando certo.
A firmeza com que o governador goiano respondeu a todos os questionamentos que lhe foram feitos em seu depoimento, na última terça-feira (12/06/2012), frustrou os petistas que pretendiam transformar Perillo em um dos alvos principais da CPI.
E a despeito das articulações do ex-presidente Lula junto aos ministros do Supremo Tribunal Federal e do manifesto dos advogados dos réus do mensalão, a Corte Suprema marcou para agosto o início do julgamento, contrariando a expectativa daqueles que propunham seu adiamento para depois das eleições deste ano.
Inconformado, o ex-ministro José Dirceu - apontado pelo procurador-geral da República como chefe da quadrilha do mensalão - chegou a conclamar os estudantes a ir às ruas para defendê-lo perante os 11 magistrados do STF.
Já Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT, e o ex-ministro Márcio Thomaz Bastos, advogado de um dos réus do mensalão, preferiram atacar a imprensa, em mais uma tentativa desesperada de tentar desqualificar o inquérito do mensalão, como se ele fosse uma invenção da mídia e não fruto de uma denúncia feita por um antigo aliado do governo Lula: o ex-líder do PT Roberto Jefferson.
Cabe a oposição, neste momento, dar seu apoio ao STF, para que o julgamento do mensalão possa ocorrer sem interferências políticas do governo ou do PT, e à ampliação das investigações da CPI do Cachoeira, que exigem uma apuração efetiva da atuação da empreiteira Delta não só no Centro-Oeste, mas em todo o país.