quarta-feira, 11 de abril de 2012

"O que mais preocupa não é nem o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, dos sem-caráter, dos sem-ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons"


São Paulo e Minas estreiam com vitórias no Sub-17

              Anápolis - As seleções de São Paulo e Minas Gerais estreiaram com vitórias nesta terça-feira (10) pela fase de classificação do Campeonato Brasileiro Masculino Sub-17 da Primeira Divisão que está sendo disputado no ginásio Municipal de Anápolis (Goiás). Os paulistas entraram em quadra primeiro e venceram os o Rio Grande do Sul, por 77 a 48 (31 a 15), pelo Grupo A. Nesta quarta-feira (11) jogam contra o Pará na segunda partida deles na competição. Já os mineiros começaram derrotando os donos da casa, por 101 a 62 (43 a 26) e voltam a jogar nesta quarta contra o Paraná. Santa Catarina, no Grupo A, com quatro pontos ganhos e o Rio de Janeiro, também com quatro pontos ganhos, no Grupo B, são os dois líderes do campeonato, cujo campeão será conhecido no domingo.
         O Campeonato Brasileiro é uma competição da Confederação Brasileira de Basketball, sendo que os dois primeiros colocados na primeira fase se classificam para a fase semifinal. Os vencedores do cruzamento irão fazer a grande final do Brasileiro.
             Santa Catarina 94x76 Distrito Federal - Na primeira partida da segunda rodada, a seleção de Santa Catarina mostrou mais uma vez sua força para obter a segunda vitória no Brasileiro ao derrotar o  Distrito Federal, por 94 a 76 (53 a 39). O selecionado catarinense contou mais uma vez com ótimas atuações do trio formado por Vezaro, 28 pontos e quatro rebotes; Vinicius (14 pontos) e Felipe (13 pontos e nove rebotes). Pelo Distrito Federal, Leonardo, com 16 pontos e seis rebotes, mais Victor (15 pontos e oito rebotes) e Kelvin (12 pontos), foram os  principais pontuadores. Com mais esse
resultados, os catarinenses já somam quatro pontos, lidera o Grupo A, e nesta quarta-feira (11) fazem um
jogo decisivo contra o Rio Grande do Sul.
              Rio de Janeiro 105x60 Mato Grosso do Sul - A seleção do  Rio de Janeiro também obteve a segunda vitória
ao derrotar Mato Grosso do Sul, por 105 a 60 (44 a 25) e assumiu provisoriamente a liderança isolada do Grupo B, com quatro pontos ganhos. Os destaques do selecionado carioca foram: Leonardo, com 17 pontos e quatro rebotes; Pablo
(15 pontos, quatro recuperações de bola) e dois rebotes) e Higor  (14 pontos, seis recuperações de bola, quatro
rebotes e quatro  assistências). Pela seleção sul-matogrossense, L. Foroni, com 16 pontos e quatro rebotes, Gean (12
pontos e três recuperadas) e Henrique (10 pontos e seis rebotes).
             São Paulo 77x48 Rio Grande do Sul - Jogando com um forte  conjunto, a equipe de São Paulo estreou com uma vitória sobre o Rio Grande do Sul, por 77 a 48 (31 a 15. Nesta quarta-feira (11), os paulistas irão medir forças contra o Pará, na primeira partida da terceira rodada. São Paulo usou seu jogo nas bolas recuperadas em função da boa defesa. Recuperou 19 bolas e teve apenas nove erros. Os gaúchos tiveram 29 erros e apenas 11 recuperações. Nos rebotes, Os paulistas pegaram 20 (14-6) e os gaúchos pegaram 29 bolas (21-8). Humberto, de São Paulo, com 17 pontos e
Rodrigo, do Rio Grande do Sul, com 11 pontos foram os cestinhas da partida.
           Minas Gerais 101x62 Goiás - Na última partida da rodada, Minas Gerais, a exemplo de São Paulo, começou com vitória ao derrotar a Seleção de Goiás, por 101 a 62 (43 a 26). Os mineiros dominaram os rebotes do começo ao fim da partida, apanhando nada menos que 19 bolas a mais que os goianos: 39(23-16) contra 20 (15-5). Os cestinhas de Minas Gerais foram Alef, com 25 pontos e cinco bolas recuperadas, mais Garcia (18 pontos e seis rebotes) e Wesley (14 pontos e cinco rebotes). Pelo lado da seleção goiana, Gabriel (16 pontos e três rebotes, mais Fernando (14 pontos e seis rebotes e Vágner (13 pontos e cinco rebotes), foram os principais desstaques.

 Resultados da Primeira rodada
Grupo A

Santa Catarina 90x83 Pará
Rio Grande do Sul 81x66 Distrito Federal


Grupo B
Paraná 80x69 Mato Grosso do Sul
Rio de Janeiro 101x88 Goiás
 Segunda rodada - Grupo A
Santa Catarina 94x76 Distrito Federal
Rio Grande do Sul 48x77 São Paulo

Grupo B

Rio de Janeiro 105x60 Mato Grosso do Sul
Goiás 62x101 Minas Gerais

Terceira rodada - quarta-feira (11)
13h30 - São Paulo x Pará
15h30 - Paraná x Minas Gerais
17h30 - Santa Catarina x Rio Grande do Sul
19h30 - Goiás x Mato Grosso do Sul

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Pior que ser pobre é ser desconhecido?




Não sonhe, seja.


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A agonia industrial - José Serra

10/04/2012 Por joseserra
Já abordei o tema várias vezes em artigos e palestras. Abaixo, um resumo do drama da indústria de transformação brasileira, outrora o setor de ponta de nossa economia. Sem o dinamismo no médio e longo prazos desse setor não voltaremos à trilha do desenvolvimento sustentado, com bons empregos. É delirante a ideia de que podemos tornar o Brasil um país desenvolvido com base em exportação de commodities e desindustrialização, voltando à época pré-1930, da economia primário-exportadora.
Vejam só o quadro adverso:
- Apesar de gerar apenas 14,6% do PIB (2010), a indústria de transformação é responsável por 33,9% da carga tributária brasileira;
- 40,3% do preço de um produto industrial são constituídos de tributos;
- A indústria de transformação tem um “custo de legalidade” que consome 2,6% do seu faturamento (custo administrativo para se manter em dia com o fisco);
- Os encargos sobre a folha de pagamentos de uma indústria brasileira são 11 pontos percentuais maiores do que a média dos países avaliados (EUA, México, Argentina, Alemanha, França, Coréia do Sul, entre outros);
- O preço da energia no Brasil é o segundo maior do mundo, com diferença de 108,2% (descontados os tributos) para o do Canadá (que tem matriz energética semelhante à do Brasil);
- A indústria brasileira tem um custo financeiro 11,5 vezes mais elevado do que uma indústria de países com cálculo de juros semelhante ao do Brasil (Chile, Itália, Japão e Malásia);
- O Real valorizou-se 49,9% ante o Dólar norte americano no período entre 2006 e 2011, sendo hoje umas das moedas mais apreciadas do mundo. Isso é sinônimo de doença e não de saúde econômica.
Os números foram extraídos de estudos da Federação das Indústrias de São Paulo e outras fontes. São estimativas razoáveis. E o autor, José Ricardo Roriz Coelho, diretor do Departamento de Competitividade e Tecnologia da FIESP, reconhece que “esses são apenas alguns dos fatores que estão retirando a competitividade interna e externa da indústria brasileira”. Não incluem, por exemplo, os custos do sistema brasileiros de transportes, um dos mais caros do mundo.

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"Talvez Deus queira que nós conheçamos algumas pessoas erradas antes de encontrar a pessoa certa para que saibamos, ao encontra-la, agradecer por esta bênção."