segunda-feira, 20 de junho de 2011

"Quando tiver de sentenciar tenta esquecer aos litigantes e lembrar-te só da causa." [ Epíteto ]














































O BEM AMADO
A Film by Gracindo Junior



Date: Thursday June 23rd, 2011
Time: 7pm
Location: Brazilian Endowment for the Arts - 240 E 52nd St. New York, NY
Phone:  212-371-1556

Genre: Documentary
Rated: G (All Audiences)

Director: Gracindo Junior
Executive Producer: Daniela Gracindo
Cultural Support: Globo Filmes
Production: Gracindo Filmes


This spell-binding documentary tells the story of celebrated actor, Paulo Gracindo, and weaves it into the history of entertainment in Brazil. Born in Rio de Janeiro, Gracindo lived in Maceió until he was 20 before moving to Rio de Janeiro. He had success as a radio presenter and actor in theater and radio soap operas. Known for his distinctive voice, his popularity continued in television through the '70s and '80s. Gracindo is remembered for his role as the bookmaker, Tucão, in the soap opera "Bandeira 2" and as legendary politician, Odorico Paraguaçu, in the soap opera, "O Bem Amado".

The film recreates Gracindo’s life through the compelling and heart-warming stories of colleagues and friends including Eva Wilma, Fernanda Montenegro, Lima Duarte, Paulinho Da Viola, and Roberto Carlos. Their testimonies create a rich archive and reveal an actor who never gave up on his art.

Source: http://www.gracindofilmes.com.br/ 








Daniela Gracindo
Executive Producer


EXCLUSIVE - Live via Skype from Brazil
Paulo Gracindo's grand-daughter, Daniela Gracindo, who is also executive producer of the documentary, will answer questions from the audience.






Watch the Trailer
Admission is free on a first come, first serve basis.
For more information please call Alcinda Saphira at 212-371-1556 or email contact@brazilianendowment.org
The Brazilian Endowment for the Arts Film Society would like to thank:
Gracindo Junior
Daniela Gracindo
Gracindo Filmes



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Organização Intergovernamental pode ser conhecida também como Organização Internacional;

Organização intergovernamental (OI), também conhecida como organização governamental internacional (OGI), é uma organização composta principalmente de estados soberanos (referido como Estados-Membros ), ou de outras organizações intergovernamentais. As organizações intergovernamentais são frequentemente chamados de organizações internacionais , embora esse termo pode também incluir organização não-governamental internacional , como internacional sem fins lucrativos (ONGs) ou empresas multinacionais .
As organizações intergovernamentais globais geralmente são abertas à participação de nações do mundo inteiro, desde que sejam cumpridos certos critérios. Esta categoria inclui asNações Unidas (ONU) e suas agências especializadas, a União Postal Universal , a Interpol , a Organização Mundial do Comércio (OMC), a Organização Mundial das Alfândegas (OMA), e o Fundo Monetário Internacional (FMI).
Já as organizações intergovernamentais regionais são abertas a membros de uma determinada região ou continente do mundo. Esta categoria inclui o Conselho da Europa (CoE), da União Europeia (UE), da NATO , a OSCE , a União Africana (UA), a Organização dos Estados Americanos (OEA), Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), a Liga Árabe e a União das nações sul-americanas (UNASUL).


Organizações intergovernamentais são espaço de diálogo
As organizações intergovernamentais foram criadas para que os problemas de cada país não fossem tratados de maneira isolada e que os mecanismos que interferem na ordem global pudessem ser regulamentados. Isso inclui propor bases para a resolução de conflitos internacionais, como a crise de Honduras.
Mas, nem sempre a interferência dessas organizações consegue contribuir de maneira efetiva à chegada a um consenso. A OEA (Organização dos Estados Americanos), apesar de mediar os debates entre o governo deposto e o governo de facto, “tem um papel pequeno nesta crise”, afirma a professora de Direto Internacional da Faculdade São Franciso, Maristela Basso. Isso, porque, além de ter historicamente pouco destaque na resolução de conflitos na América Latina, a OEA também não tem “efetividade em suas decisões”.
Ainda assim, José Miguel Insulza, Secretário Geral da organização, conduz as negociações com base no Acordo de San José, que estabelece cinco pontos básicos de consenso. Porém, o mais importante deles, que é a restituição do presidente Zelaya, também é aquele que provoca desacordo.
A Unesco também interfere em Honduras no que concerne à liberdade de imprensa. Uma comissão se reuniu para discutir a conduta do governo na “defesa do direito à educação e à informação”. Contudo, Maristela afirma que o papel da ONU se limita ao que ela já fez: a emissão de declarações e resoluções. Além disso, não é o caso de se envolver outros órgãos, como o Conselho de Segurança, pois a crise não representa ameaça à segurança internacional.
Basso aponta o Fundo Monetário Internacional (FMI) ou do Banco Mundial como pressões que podem ajudar na solução da crise. Mas, ela deixa claro que o cerne da questão está “nas mãos do Brasil e do governo  interino de Honduras, e na volta do bom senso ao Ex-Presidente Zelaya”.


Fonte: Jornal do Campus (USP).




Claudinha ótima!!!!!!








"A habilidade é a riqueza do homem pobre."(EU).


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