sábado, 16 de outubro de 2010

"A insensatez é sem dúvida irmã da malvadeza." (Sófocles)

"O SENHOR disse:  - O sábio não deve se orgulhar da sua sabedoria, nem o forte, da sua força, nem o rico, da sua riqueza.

 Se alguém quiser se orgulhar, que se orgulhe de me conhecer e de me entender; porque eu, o SENHOR, sou Deus de amor e faço o que é justo e direito no mundo. Estas são as coisas que me agradam. Eu, o SENHOR, estou falando."Jeremias 9 V.23 e24




Todos os caminhos levam a Deus? Cuidado com este grande engano. Na Bíblia Sagrada fica bem claro que quando o povo vivia servindo a outros deuses, como nos dias de hoje servem a muitos deuses, e muitos vêem Deus como se Ele fosse somente perdão, perdão... e não vêem que Ele também é justiça e fogo consumidor, este é o Deus Verdadeiro. Deus nos deixou a Bíblia como o manual do construtor, assim como desde um simples brinquedo ao avião tem seu manual, a Bíblia prova tudo o que ela fala. A Palavra diz que Deus soprou o barro e deu vida; a ciência hoje acredita que a Bíblia é real pelo fato de ter feito análise do barro (terra) e ter constatado a mesma composição do corpo humano, ou seja, cálcio, ferro, etc,etc..Nós precisamos comer algo plantado na terra (barro) para repor o desgaste do corpo humano. Deus levantou um povo através de Abraão e disse “Abraão você consegue contar as estrelas do céu?” e ele respondeu “Não” e disse Deus “e nem conseguirá contar a sua descendência”(Gen.15:5); É por isso que se diz Deus de Abraão , Isaque e Jacó, porque Deus fez de Abraão um povo vencedor e próspero, para mostrar que quem serve este Deus jamais será derrotado, desde que cumpra suas leis. E nesta descendência está também Moisés, Josué, Davi e outros. Deus levantou Moisés para tirar o seu povo que já era escravo no Egito, no reinado do Faraó; através de Moisés foram feitos tantos milagres: as pragas dos gafanhotos, das rãs, do rio que converteu em sangue e do cajado (vara) de Arão que se transformou em serpente; veja os magos que serviam ao Faraó também fizeram as suas varas converterem em serpentes, mas quero lembrar que a serpente do cajado (vara) de Arão engoliu rapidamente as serpentes dos magos, isto mais uma vez confirma que a obra do inimigo (diabo) não prevalece (Ex.7:12); Deus sempre está nos mostrando que nada prevalece sobre as obras D’Ele. Veja você que o povo por sua desobediência ficou quarenta anos no deserto, quando era uma viagem que deveria ser de poucos dias, onde tantos milagres foram feitos e eles não se preocupavam com a verdade. Deus mandava maná, as roupas e sapatos cresciam no corpo, tantas coisas impossíveis aos olhos do homem aconteciam e o povo não queria nem saber. Enquanto Moisés ficou quarenta dias e quarenta noites no monte Sinai orando e falando com Deus (Êx. 19), o povo estava em tremenda orgia, servindo a outros deuses e Deus falou para Moisés “...deixa-me, que o meu furor se acenda contra eles, e os consuma: e eu farei de ti uma grande nação”(Êx. 32,10:12) e Moisés suplicou ao Senhor seu Deus, dizendo que os egípcios iriam dizer que tiramos o povo do Egito para matar no deserto (Êx. 32,12), mas mesmo assim mataram três mil homens (Êx. 32,28). Deus tinha compromisso com a aliança que fez com Abraão, mas desde que o povo, descendente de Abraão servisse corretamente a Ele. Até hoje as promessas de Deus são cumpridas, os israelitas são os mais ricos do mundo, sem ter petróleo, porque se tivessem diriam que a riqueza veio do petróleo (Deus faz tudo do nada); e quando Moisés pensava que estava sem saída entre o mar e as montanhas, Deus abriu o mar e seu povo passou em terra seca, veja bem, em terra seca, já pensou? Josué perdeu uma guerra, porque Acã foi desobediente (Js.7, 1:26) quando obedeciam eram invencíveis (Js. 6:2/ 8:1). A maior mentira que existe é que todos os caminhos levam a Deus, é preciso ver onde estes caminhos estão levando. A Deus todos vão, mas para o julgamento; pergunto e depois: para onde você vai? Cuidado, procure conhecer a Deus de verdade, se você ainda não conhece; fale com Ele, Deus sabe até o que você está pensando. Se Deus é o mesmo porque Moisés e Josué ganhavam a guerra matando tanta gente? O povo que perdia a guerra servia a que deus? O Deus verdadeiro não divide sua glória com ninguém, tudo é pouco para a capacidade D’Ele. Na Bíblia diz que todas as nações significam para Ele uma gota num balde, como um grão de poeira na balança o que não altera nada na balança e não significa nada dentro do balde (Is. 40:15). Deus nos fez semelhança e nos deu o melhor que Ele tem ser livre, como Ele, e seria possível você gostar de alguém a força? E que alguém gostasse de você a força, também tenho certeza que não e te pergunto: por que Deus iria gostar? Veja bem, enquanto é tempo, a vida aqui na terra é muito rápida, nos lembramos de coisas de muitos anos passados como se fosse ontem. O cérebro humano que usamos no máximo 10% foi suficiente para fazer um satélite que pesquisa o sub solo do mundo todo para saber onde tem petróleo, ouro e outros minérios. Porque se duvida da capacidade do Deus verdadeiro. Temos que lembrar que se morrêssemos agora a pessoa que mais nos ama não suportaria ficar perto de nós trinta horas, sendo a recíproca verdadeira, também não suportaríamos pelo mau cheiro. O que somos nesta vida? Pare e pense no futuro, que é a eternidade. A vida não termina com a morte como muitos pensam, é ali que ela está começando e tudo será diferente (1 Co 15: 51,52) Porque se vivêssemos duzentos anos aqui na terra, na eternidade significaria o que? Um grão de areia no deserto! Conheça qual dos dois caminhos a seguir, quero lembrar que será um só (céu ou inferno), não pense que vai ficar com o pé em duas canoas como aqui na terra, pensando que pode servir a tantos deuses. Fechando os olhos, nem o dinheiro do mundo te ressuscitará aqui na terra e poderá mudar a opção que você fez através das suas ações e pensamentos, porque o homem está ordenado a morrer uma só vez vindo depois o juízo (Hb 9: 27), depois de morto não existe oração, reza, nada que você possa imaginar mudará o caminho que você escolheu. E os que não tem ninguém para orar, rezar por eles, como ficariam? Injustiçados por Deus, tenho certeza que Deus é justiça e Ele não comete injustiça. Deus nos fez criatura e só tornamos Filho na obediência, isto é bem claro!! Se você não tem compromisso com Deus, porque Ele vai ter com você? Assim diz o Senhor: Não se orgulhe o sábio na sua sabedoria, nem se orgulhe o forte na sua força, nem se orgulhe o rico nas suas riquezas. “Mas o que se orgulhar, orgulhe-se nisto, em me conhecer e saber que eu sou DEUS, que pratico a justiça e o juízo na terra destas coisas me agrado diz o Senhor” (Jeremias 9: 23,24). Você é especial para DEUS porque antes de você existir ELE teve que olhar para todos os que já havia feito e fazê-lo diferente de todos, como prova disso olhe para sua impressão digital: NUNCA EXISTIU E NEM EXISTIRÁ

Fonte: http://www.missaolibertar.com.br/php-bin/agenda2-in/textofull.php


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Presidência da República-Subchefia para Assuntos Jurídicos

Sérgio Augusto J. Barreto


mestre em Nutrição Humana Aplicada (FCF/FEA/FSP-USP)


1. INTRODUÇÃO



O ordenamento jurídico nacional consagra o direito aos alimentos, entendidos estes em uma concepção ampla, abrangendo tudo quanto é necessário para satisfazer as necessidades humanas, ou seja, não apenas o necessário para a alimentação mas também ao vestuário, moradia, saúde etc. "Alimentos são, pois, as prestações devidas, feitas para que quem as receba possa subsistir, isto é, manter sua existência, realizar o direito à vida, tanto física (sustentação do corpo), como a intelectual e moral (cultivo e educação do espírito, do ser racional)." (1).



Na legislação brasileira, este direito está consagrado no Código Civil, que, em seus artigos 396 a 405, prevê a possibilidade de os parentes exigirem alimentos uns dos outros. E a lei 5.478 de 25.7.68 regula o procedimento da ação de alimentos para os casos em que já há prova documental do parentesco.



A clareza da legislação neste aspecto torna indiscutível o direito de os filhos menores pleitearem que seus pais lhes prestem alimentos, caso não estejam cumprindo esta obrigação, quer por tê-los abandonado ou por outra razão qualquer. Os pais têm a obrigação legal de sustentar os filhos menores, e estes têm o direito de serem mantidos pelos pais até que possam fazê-lo por seus próprios meios. É sobre esse embasamento teórico que se estabelece o direito dos filhos menores reclamarem o pagamento de pensões alimentícias a seus pais.



Este é um direito de tal importância que o não pagamento da pensão alimentícia devida por força de decisão judicial gera a mais grave conseqüência em matéria civil, que é a prisão do devedor inadimplente. É uma das poucas exceções à regra de que a privação da liberdade pela prisão só pode ocorrer em virtude de cometimento de crime. A prisão pelo não pagamento de pensão judicial está autorizada pela própria Constituição, em seu artigo 5º, inciso LXVII. Esta grave conseqüência é plenamente justificada em face do bem jurídico protegido, que no caso é a sobrevivência digna de seres humanos incapazes de prover o próprio sustento.



Os pedidos de alimentos efetuados por filhos menores a seus pais assume importância ainda maior ao se verificar a elevada freqüência com que ocorrem na realidade. Os processos envolvendo pensão alimentícia figuram, seguramente, entre os mais numerosos no Poder Judiciário de todo o país.



Não obstante as inúmeras causas submetidas a julgamento, um dos problemas de mais difícil solução nas questões de alimentos ainda não têm tido uma solução satisfatória: a correta fixação do valor da pensão.



A lei determina que os alimentos sejam fixados "na proporção das necessidades do reclamante e dos recursos da pessoa obrigada" (art. 400 do Código Civil). Este dispositivo consagra os dois critérios fundamentais utilizados para determinar o valor da pensão, quais sejam:



necessidades do "reclamante" (aquele que promove a ação, também denominado de "alimentário" ou "alimentado", isto é, aquele que recebe ou pretende receber a pensão);

as possibilidades do "reclamado" (aquele contra quem a ação é promovida, também denominado de "alimentante", ou seja, aquele que deve pagar a pensão).

Portanto, cabe ao Juiz responsável pelo julgamento do caso, após avaliar as provas produzidas durante o processo, fixar o valor considerando este binômio necessidade/possibilidade, determinando, assim, o quantum que parecer mais justo em cada caso concreto.



Como se pode observar, os critérios estabelecidos pela lei, embora justos, não são precisos na medida em que, de um lado, as necessidades, entendidas amplamente para incorporar não apenas as prerrogativas biológicas, mas também as demais necessidades fundamentais, dependem de fatores culturais, geográficos e do próprio status sócio-econômico da família. De outro, as condições financeiras do reclamado são de difícil mensuração. Em termos práticos, as principais dificuldades enfrentadas pelo Juiz para decidir o valor da pensão são as seguintes:



conhecimento preciso das possibilidades do alimentante. Sendo este um dos critérios legais, seria preciso conhecer a renda média do reclamado, à medida que em muitos casos pode haver ganhos variáveis e sujeitos a oscilações periódicas;



dificuldade do alimentário provar o exato valor dos ganhos do alimentante. Trata-se de outra questão complexa. Inúmeras vezes a composição da renda do alimentante inclui itens de difícil comprovação, dada a natureza da atividade exercida;



conhecimento das reais necessidades do alimentário. Aquele que recebe a pensão, dela necessita para suprir as necessidades fundamentais de sua vida, bem como outras associadas ao seu nível cultural e sócio-econômico. Determinar com precisão quais são essas necessidades e além disso valorá-las é uma tarefa de difícil execução.



No que tange às duas primeiras dificuldades, excetuando-se os casos em que o alimentante tem salário fixo, nas demais situações utilizam-se métodos indiretos para se obter elementos que permitam avaliar as possibilidades do reclamado, como o depoimento de testemunhas, a verificação do padrão de vida por meio da análise de dados relativos a cartões de crédito, movimentação de conta bancária etc. No que diz respeito à terceira, valores vêm sendo utilizados empiricamente com base em dados pouco sistemáticos e não suficientemente adequados.



Na grande maioria dos casos a fixação do valor da pensão alimentícia torna-se assim um problema difícil, envolvendo questões de ordem ética e econômica (2), com implicações importantes para as partes envolvidas e que vem sendo resolvido basicamente pelo bom senso da Justiça, dada a falta de elementos objetivos que permitam trazer maior segurança às decisões.


Veja a íntegra: Pensão alimentícia - criterios para estabelecer o valor aos filhos

"'Ê gente...a lei existe, muito justa e muito bem elaborada.
Mas, infelizmente, nem sempre é cumprida."

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O Você de Mim



Le Toi Du Moi (tradução)



Carla Bruni



Eu sou a sua coroa

Você é o meu rosto

Você, o meu umbigo

E eu, o seu gelo

Você é a vontade, e eu, o gesto

Você é o limão, e eu, o sabor

Eu sou o chá, você é a xícara

Você, a guitarra, e eu, o baixo



Eu sou a chuva, e você é minhas gotas

Você é o sim, e eu, a dúvida

Você é o bouquet, e eu sou as flores

Você é a aorta, e eu, o coração

Você, você é o instante, e eu, a felicidade

Você é o copo, eu sou o vinho

Você, você é a grama, e eu, o baseado

Você é o vento, eu sou o vendaval

Você, a raquete, e eu, a bola

Você é o brinquedo, e eu, a criança

Você é o velhote, e eu, o tempo

Eu sou a íris, você é a pupila

Eu sou o tempero, você, a papila

Você, a água que vem, e eu, a boca

Você, o nascer do sol, e eu, o céu que adormece

Você é o padre, e eu, a embriaguez

Você é a mentira, e eu, a preguiça

Você é o leopardo, e eu, a velocidade

Você é a mão, e eu, a carícia

Eu sou o inferno da sua pecadora

Você é o céu, e eu, a terra, hum

Eu sou a orelha da sua música

Eu sou o sol de seus trópicos

Eu sou o tabaco do seu charuto

Você é o prazer, e eu, o raio

Você é a escala, e eu, a nota

Você é a chama, e eu, o fósforo

Você é o calor, eu sou a preguiça

Você é o entorpecimento, e eu, o cochilo

Você é o frescor, e eu, o aguaceiro

Você é as nádegas, eu sou a cadeira

Você é bemol, e eu sou sustenido



Você é o Laurel do meu Hardy

Você é o prazer do meu suspiro

Você é o bigode do meu Trotsky

Você é todos os estalos da minha risada

Você é a melodia da minha sirene

Você é o sangue, e eu, a veia

Você é o jamais do meu sempre

Você é o meu amor, você é o meu amor



Eu sou a sua coroa

Você, o meu rosto

Você, o meu umbigo

E eu, o seu gelo

Você é a vontade, e eu, o gesto

Você é o limão, e eu, o sabor

Eu sou o chá, você é a xícara

Você, a prostituta, e eu, o bordel

Você é o túmulo, e eu, o epitáfio

E você o texto, eu sou o parágrafo

Você é o erro, e eu, a gafe

Você é a elegância, e eu, a graça

Você é o efeito, e eu, a causa

Você é o divã, e eu, a neurose

Você é o espinho, eu sou a rosa

Você é a tristeza, eu sou o poeta

Você é a bela, eu sou a fera

Você é o corpo, eu sou a cabeça

Você é o corpo, hum

Você é a seriedade, eu sou a despreocupação

Você, o guarda, e eu, a balança

Você, o mau-caráter, e eu, a forca

Você é o tédio, e eu, o transe

Você, o muito pouco, e eu, o bastante

Eu, o sábio, e você, o idiota

Você é o raio, e eu, a pólvora

Você é a palha, e eu, a viga

Você é meu superego

Você é Charybde, e eu, Scylla

Você é a mãe, e eu, a dúvida

Você é o nada, e eu, o tudo

Você é a melodia da minha sirene

Você, você é o sangue da minha veia

Você é o jamais do meu sempre

Você é o meu amor, você é o meu amor
 

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